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Suspensa a transferência de água do Açude Castanhão para Fortaleza até 30 de junho

A operação do açude estará limitada à vazão média de 3,5 metros cúbicos por segundo para a perenização do Rio Jaguaribe.

Foi suspensa a transferência de água do Açude Castanhão para Fortaleza e Região Metropolitana até o dia 30 de junho de 2019, segundo resolução publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (16). De acordo com a assessoria da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), este é um procedimento normal feito todos os anos para que o açude acumule água.

De acordo com a publicação, o Castanhão terá sua operação limitada à vazão média de 3,5 metros cúbicos por segundo para a perenização do Rio Jaguaribe. Enquanto isso, Capital e RMF seguem sendo abastecidos pelas águas do Sistema Metropolitano, formado pelos açudes Pacoti, Pacajus, Riachão e Gavião. 

A medida assinada pelo presidente do Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Ceará, Francisco José Coelho Teixeira e pelo secretário executivo Carlos Magno Feijó Campelo, entrou em vigor a partir da data de publicação.

Reservatórios

Neste ano, o balanço parcial da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) indica que as chuvas do Ceará já encontram-se em torno da média histórica, que é de 600,7 milímetros entre fevereiro e maio. Os dois primeiros meses da quadra chuvosa ficaram 45% e 15,6% acima da média, respectivamente.

Apesar das precipitações observadas, os açudes do estado ainda estão em cenário crítico. Dos 155 reservatórios monitorados pela Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh), 78 estão com volume abaixo dos 30%. O Castanhão, maior açude do estado, tem, neste momento, apenas 5,10% da sua capacidade total.

18 de ABR de 2019 às 09:14:27
Fonte: Diário do Nordeste
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Foi suspensa a transferência de água do Açude Castanhão para Fortaleza e Região Metropolitana até o dia 30 de junho de 2019, segundo resolução publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (16). De acordo com a assessoria da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), este é um procedimento normal feito todos os anos para que o açude acumule água.

De acordo com a publicação, o Castanhão terá sua operação limitada à vazão média de 3,5 metros cúbicos por segundo para a perenização do Rio Jaguaribe. Enquanto isso, Capital e RMF seguem sendo abastecidos pelas águas do Sistema Metropolitano, formado pelos açudes Pacoti, Pacajus, Riachão e Gavião. 

A medida assinada pelo presidente do Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Ceará, Francisco José Coelho Teixeira e pelo secretário executivo Carlos Magno Feijó Campelo, entrou em vigor a partir da data de publicação.

Reservatórios

Neste ano, o balanço parcial da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) indica que as chuvas do Ceará já encontram-se em torno da média histórica, que é de 600,7 milímetros entre fevereiro e maio. Os dois primeiros meses da quadra chuvosa ficaram 45% e 15,6% acima da média, respectivamente.

Apesar das precipitações observadas, os açudes do estado ainda estão em cenário crítico. Dos 155 reservatórios monitorados pela Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh), 78 estão com volume abaixo dos 30%. O Castanhão, maior açude do estado, tem, neste momento, apenas 5,10% da sua capacidade total.

18 de ABR de 2019 às 09:14:27
Fonte: Diário do Nordeste